Sporting rejeita primeira abordagem do Atlético de Madrid por Hjulmand e mantém exigência nos 40 milhões
Lisboa, 3 de julho de 2026 – O Sporting Clube de Portugal continua a demonstrar mão firme no mercado de transferências.
Sporting rejeita primeira abordagem do Atlético de Madrid por Hjulmand e mantém exigência nos 40 milhões
Lisboa, 3 de julho de 2026 – O Sporting Clube de Portugal continua a demonstrar mão firme no mercado de transferências. Apesar de existir um acordo tácito com Morten Hjulmand para uma eventual saída, o clube verde-branco rejeitou a primeira proposta formal do Atlético de Madrid pelo médio dinamarquês, por considerar o valor “muito aquém” dos 40 milhões de euros que estabeleceu como mínimo.
Frederico Varandas, presidente do Sporting, foi claro ao comentar o assunto à margem do sorteio da Liga portuguesa: “Recebemos uma proposta do Atl. Madrid e rejeitámos. Está longe do valor que queremos. Estabelecemos um valor justo e adequado à idade, à posição e ao facto de ter três anos de Sporting. O jogador e os agentes sabem qual é esse valor.”
Estratégia de mercado invertida
Ao contrário da última temporada — em que Viktor Gyökeres foi vendido ao Arsenal antes da chegada de Luis Suárez —, o Sporting optou desta vez por uma abordagem mais agressiva nas contratações. Aproveitando uma almofada financeira gerada por vendas anteriores e mais-valias, o clube já fechou cinco reforços para o meio-campo antes mesmo do início da pré-temporada:
Com estas entradas, e contando ainda com João Simões (em recuperação), o Sporting passa de uma posição de escassez para uma de “fartura” no setor, mesmo que a saída de Daniel Bragança ainda não esteja definida. Morten Hjulmand surge como a potencial primeira grande venda do verão, seguindo o modelo Gyökeres: há entendimento com o jogador para facilitar uma transferência abaixo da cláusula de rescisão (80 milhões), mas só por um valor considerado adequado.
Finanças equilibradas
A venda de Hjulmand a 40 milhões permitiria ao Sporting equilibrar as contas após um investimento significativo em contratações. O clube já encaixou valores relevantes noutras operações (Alisson, Diogo Travassos, Rodrigo Ribeiro) e mais-valias (Afonso Moreira, Mateus Fernandes, Nazinho), além dos 50 milhões recebidos anteriormente por Geovany Quenda.
Outros nomes que podem sair caso cheguem propostas interessantes incluem Pedro Gonçalves, Francisco Trincão (cláusula de 60 milhões) e possivelmente um central entre Ousmane Diomande e Gonçalo Inácio. Fresneda e Maxi Araújo devem permanecer pelo menos mais uma temporada.
Quanto a Luis Suárez, o colombiano deve continuar no plantel de Rui Borges, ao lado de Fotis Ioannidis e Rafael Nel, após o Sporting ter afastado qualquer interesse baixo.
Perspetiva europeia
Esta postura firme do Sporting reflete a nova realidade dos clubes portugueses de topo: maior planeamento financeiro, antecipação de movimentos e resistência a propostas especulativas. Num mercado europeu cada vez mais dominado por clubes com powerhouses financeiros (Premier League, La Liga), o emblema de Alvalade tenta maximizar o retorno dos seus ativos enquanto constrói um plantel competitivo para a nova época.
O caso Hjulmand será um dos primeiros grandes testes da janela de transferências em Portugal. Se o Atlético de Madrid (ou outro interessado) subir a oferta para os 40 milhões, o negócio pode avançar rapidamente. Caso contrário, o dinamarquês permanecerá em Lisboa, reforçando um meio-campo que já se apresenta como um dos mais profundos da Primeira Liga.
Gostaste desta versão? Posso torná-la mais curta, mais analítica, adicionar tom mais europeu (comparações com outros clubes), focar nalgum aspeto específico ou incluir mais detalhes sobre o “novo ciclo” em Alvalade. Diz-me como queres ajustar!




