
O escritor Pedro Chagas Freitas partilhou (aqui) um desabafo comovente nas redes sociais, prestando homenagem a uma figura marcante do seu percurso.
A pessoa em causa, com mais de oitenta anos, é descrita pelo autor como “a pessoa que mais gostava de viver”. No texto, o escritor expressa a sua mágoa, afirmando que “a vida é uma cabra injusta” e recorda que o familiar “nunca teve idade”, mantendo sempre uma juventude de espírito que contrastava com os anos de vida.
A pessoa em causa, com mais de oitenta anos, é descrita pelo autor como “a pessoa que mais gostava de viver”. No texto, o escritor expressa a sua mágoa, afirmando que “a vida é uma cabra injusta” e recorda que o familiar “nunca teve idade”, mantendo sempre uma juventude de espírito que contrastava com os anos de vida.
A relação entre os dois foi particularmente intensa durante o período académico do escritor em Lisboa. Nessa fase, o familiar tornou-se um pilar fundamental, assumindo um papel quase paternal: “Quando estudei em Lisboa, foste meu pai”. O autor recorda a cumplicidade e a integração total na família, garantindo que “nunca sentiu que não era parte da família” e que “nunca se sentiu menos do que em casa”. O apoio foi além do afeto, incluindo gestos concretos como “atenção, ombros, carinho, afeto, compreensão, até dinheiro” em alturas de maior aperto financeiro, chegando a mencionar a possibilidade de ter sido esta pessoa a custear a carta de condução.






