Noticia

Clara de Sousa emociona-se com a morte de Francisco Pinto Balsemão: “foi muito mais do que o nosso patrão”

Jornalista da SIC presta homenagem ao fundador da estação e do Expresso, destacando a liberdade, coragem e impacto que marcou a comunicação social e o país.

Clara de Sousa reagiu com emoção à morte de Francisco Pinto Balsemão, fundador da SIC e do semanário Expresso, que faleceu esta terça-feira aos 88 anos. A jornalista utilizou as redes sociais para prestar uma homenagem sentida, destacando a importância de Balsemão na vida profissional e pessoal de todos os que trabalharam consigo. “Tantos momentos partilhados. Tanta liberdade para pensar e para questionar”, começou por escrever, recordando o espírito de abertura que marcou a gestão do antigo empresário e político.

Na sua mensagem, Clara de Sousa sublinha a coragem e o exemplo deixados por Balsemão, realçando a forma como ele fez da liberdade um princípio central na comunicação social. “Fica apenas a gratidão. Pelo exemplo. Pela coragem. Por ter feito da liberdade um princípio e por ter fundado esta casa onde nunca deixámos de ser livres”, acrescentou, evocando o impacto do jornalista e empresário na criação de um ambiente de trabalho pautado pelo rigor e autonomia.

A comunicadora reforça ainda que o legado de Francisco Pinto Balsemão vai muito além do papel de patrão ou fundador de uma empresa mediática. “Foi muito mais do que o nosso ‘patrão’. Foi um homem que mudou o país e as nossas vidas”, escreveu Clara, reconhecendo a influência do antigo primeiro-ministro e empresário na consolidação da liberdade de imprensa em Portugal e na formação de uma geração inteira de jornalistas.

Francisco Pinto Balsemão deixa um legado indelével na história da comunicação social portuguesa e na política nacional. Além de fundar a SIC e o Expresso, foi também primeiro-ministro entre 1981 e 1983, cofundador do PSD e defensor incansável da liberdade e democracia. A homenagem de Clara de Sousa evidencia como, para muitos colaboradores da SIC, Balsemão foi um mentor, um exemplo de coragem e uma referência ética e profissional que permanecerá viva na memória coletiva.

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo